
Aviso:. Este post é longo. Pelo seu conteúdo era impossível dividi-lo em dois, perderia muito. Chamo também atenção para o facto de conter palavras e expressões que poderão ferir susceptibilidades, àqueles que este post ferir, desde já as minhas mais sentidas desculpas.
Nota:. Irmãos, ignorem este aviso!! E gozem-no muito!!
Hoje estive contigo. Não sei muito bem porque estou a escrever, afinal…no papel, já não o faço, faz tempo!
Ontem ao telefone, seduziste-me e nem percebeste…Suei frio, quando ouvia a tua respiração, porque na minha cabeça já estavas dentro de mim.
Quando me deitei, horas depois…
Entraste no meu quarto, sussurraste-me ao ouvido…
- Quero-te agora! – disseste-o em tom de ordem que não poderia ser contestada.
Chegaste-te a mim, deslocando a tua mão até “elas”, estavas obcecado desde a última vez em que não foste capaz de lhes tocar como querias.
Num ápice, já as tinhas abocanhado, (como tinha saudades do teu jeito sôfrego de te apoderares delas).
Subitamente paraste, e com aquele ar, “disseste” (com a ligeira inclinação do teu corpo para trás), “É a tua vez”…
Com a tua mão levaste a minha boca até ele, duro, delicioso, tal e qual eu me lembrava! (Que saudades tinha do teu néctar)…
Agora era tarde demais para recuar…já estavas desarmado. Com a cabeça para trás, gemias a cada investida minha, (sôfrega, bem ao meu jeito de gulosa).
A cada gemido teu, a vontade de te engolir era maior, e a lembrar velhos tempos, recorri ao truque (que se antes era para ti, hoje estava a fazê-lo para mim), e ao mesmo tempo que a minha boca deslizava por ele, penetrei-te sem contares, num ritmo louco, mas de investidas graduais…Passaste-te!
Levas a tua mão à minha cabeça, em jeito de agora vais ser castigada, ao que pensei estava a ver que nunca mais me “obrigavas”.
Estava desejosa que me penetrasses…louca por ele duro em mim, mas o teu sabor hipnotizante não me permitia ficar por ali…
Louca de tesão, chupei-te até me dares o que eu te estava a pedir – tudo! Gulosa, depressa saboreei o que era meu, por direito e mérito.
Foda-se, és delicioso demais, para provar só de vez enquando!
Tinha chegado a hora…
- Quero que me fodas já! – Disse-te sem te deixar recuperar o fôlego!
Pus-me de quatro, olhei-te por cima do ombro, e disse-te…
- Fode-me exactamente como ele está!
Adoro senti-lo a crescer dentro de mim, sei como te passas quando nas investidas que fazes, não me sentes tão bem quanto estás a desejar. A tua raiva faz-te crescer rápido e faz-te chegar lá…sim lá, onde gostas de chegar e onde brincas com o meu desejo.
Adoro quando me dominas a anca ao sabor do teu prazer, agora lento (saboreando cada milímetro conquistado), outras bem sôfrego (como quem está a chegar bem perto), abrandas…queres deixar-me louca quando danço, contigo dentro de mim, a pedir-te mais e mais, aceleras e dás-mo todo, é incrível como ele se encaixa na perfeição! Adoro quando te sinto todo dentro de mim, e ainda investes como se mais houvesse a conquistar, e te sinto a ter espasmos dentro de mim.
Desvio-me de ti, e procuro-o novamente…preciso de o ter na minha boca, preciso do teu sabor, agora novo…agora entrelaçado com o meu!
Seguras-me na cabeça, “ensinas-me” a chegar a ti. Olhas para mim e sorris, afirmando que adoras que eu me deixe guiar.
Quando me percebes ansiosa por voltar a ter tudo, paras-me, roubas-mo, para mo devolveres mais tarde.
Encostas-me à parede, percorres-me com a tua língua desde as orelhas, boca, rego que logo te faz desviar para o que tanto gostas de chupar. Levas tempo por aí, passas-te quando os sentes crescer com a tua língua. Mordes, chupas, mamas, deixas-me louca de tesão. Estava louca e húmida o suficiente…
Lambes-me a barriga, o umbigo, e deixas escorregar a tua língua bem tesa, até ela, (que já está húmida como tu adoras). Olhas-me e dizes…
- Hmm, adoro o teu grelo, sabias?
Não me deixaste nem reagir (como se eu quisesse!)…
Abocanhas-me, como se não o pudesses voltar a fazer, chupaste-o como nunca, sugavas-me e paravas para assistires à minha tesão.
Preparas-me, penetrando-me com os dedos, primeiro com um, depois dois, três e por fim quatro… – desejas que te receba, bem preparada…
Enquanto me penetras à bruta, passeias desenfreadamente a tua língua no meu grelo, que está terrivelmente teso. Chupas, mordes, lambes, lambes, lambes, sempre soubeste como me deixar louca, não aguento mais.
- Quero-o dentro de mim, agora!!! – Exijo-to…
Pegas nele, esfrega-lo na minha barriga, umbigo, baixas-me…passá-lo pelos meus bicos, despertos por tanto prazer, e “sem esperar” enfia-lo na minha boca, para o deixar bem húmido, é claro que não te deixei “partir” sem o deixar bem à minha maneira… Levantaste-me, pegaste nele e sem dó nem piedade, enfiaste-o de uma só vez, até ao fundo, onde só tu chegas daquela maneira.
Estava louca, gemia como uma doida a pedir-te mais…
Furioso, fodeste-me contra a parede até me deixares quase imóvel, mas não satisfeito, voltaste a pôr-me de quatro e deste-me o que eu queria, onde queria e onde já estava a merecer…
Humedeceste-me (com os teus recursos), preparaste-me e enfiaste-o todo, (como adoro, esta dor).
Ficaste tempos a comê-lo, a saborear cada gesto, inclinaste-te, tinhas que agarrá-las, querias-me toda nas tuas mãos.
Não aguentavas mais, tinhas que me dar novamente, começaste por o deixar parte dentro de mim, para vires brindar com o resto onde tanto gostamos – nelas.
Quase imóveis…Puseste a tua mão no meu pescoço, deitaste a minha cabeça no teu peito, e disseste,
- Quero-te para sempre!
Nem percebemos quando adormecemos. Quando acordaste tinhas um papel em cima da minha almofada, onde dizia,
O teu medo é maior que o teu querer…
Adoro-te para sempre!
...Acordei, eram horas de já estares para chegar e eu já te tinha sentido dentro de mim, estava húmida, tomei um duche frio, perfumei-me, vesti-me…
Não podias vir, avisaste-me…
“Depois ligo-te, desculpa!”
…Regressei à “vida”, até que…horas mais tarde, quando repousava da noite atribulada “que me tinhas dado”, ligaste e pediste para ir ter contigo…
Estive contigo há pouco, e nem por um segundo, a imagem que tive quando te olhei sobre o meu ombro, me saiu da cabeça.
Devo ter conseguido ocultar o meu desejo, pelo menos não lhe respondeste! Hoje sabes em que é que pensava, cada vez que te olhava!
No final da tarde, quando me deixaste…a frase que te escrevi de madrugada, veio de novo à minha cabeça, como ela era perfeita para aquele momento…
O teu medo é maior do que o teu querer…
O meu querer faz-me ter-te sempre que te quero, só que às vezes, o teu cheiro se confunde com o meu, e é isso que me faz ter a certeza, que dessas vezes, eu estava sozinha apenas a imaginar-te comigo!
12 comentários:
Sem comentários.... sem palavras...
mt bem
bjs
"O teu medo é maior que o teu querer..."
Frase perfeita... Parabens!!
P.S_ Dás-me vontade de te comer só de olhar.. Voluptuosa... Lince..
Helena...
E sem fôlego,lol...
;)
Luis...
Se n fossem voces, eu nem m atrevia a escrever!!!
:)
Pale...
Beijo por tras do ombro??? Ai, ai...lol
De facto há coisas assim mesmo!!!
Bjo
Pablo...
O meu querer tem mais poder que o teu medo...
Ainda aiiiichas isso??? Meisssmooo??
Teu Cálice
:)
Bem mais palavras pra quê??!!!! é mm sem palavras tá um espanto...emocionalmente real!!! bjocas
Bite for delight...
Confesso que tive algum receio de publicar este texto...
Mas incentivada por um irmão papoila, lá o publiquei...
E ainda bem que o fiz, porque adorei os vossos comentários...Fico feliz por sermos cada vez mais, a gostarmos de ser felizes, seja de que forma for, sem tabus, sem calculos, sem armas!!!!
Bjos...
Ainda bem que me deste o prazer de o ler... está fantástico.
Bjos
Muchomacho...
O prazer foi todo meu...
lol
bjs
Bem, disso não tenho dúvidas ;)
You have an outstanding good and well structured site. I enjoyed browsing through it rough anal and gangbang sex History of stove-top ovens Camping cape cod national seashore Tv on satellite antiviral valtrex Valtrex save
Enviar um comentário