quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Inicio da tarde. Tomo um banho bastante perfumado. O que hei-de vestir?? Já sei! As calças de ganga que dizes que me ficam a matar, uma blusinha preta, tipo corpete, cheia de colchetes (aqueles ganchinhos dos soutiens) com renda no decote, sandália de salto alto. Óbvio que levo o meu conjunto de lingerie vermelho, tem uma tanga minúscula! Ainda não sabes que decidi aceitar o teu convite e ir a tua casa… nem eu!!!
Mando uma mensagem: “Estou perto de tua casa, abres a porta?”
Respondes: “Não estou em casa, dá-me 30 minutos. Quando chegar dou um toque.”
Aproveito para tomar um café e passado 10 minutos o meu telemóvel dá sinal de mensagem recebida, “Já cheguei demoras? Onde estas?”
Respondo: “És rápido. 5 Segundos… abre a porta.”
Ouço o som da porta do prédio, ZZZZZZ, entro e subo as escadas. A tua porta de entrada está encostada, empurro e oiço música soft, média luz.
– Onde estás?
– Na cozinha.
– Posso sentar? – (Estou nervosa, sinto as pernas a tremer.) – Posso fumar?
– Claro. Queres beber alguma coisa?
– Não, obrigado.
– Sempre vieste. Eu sabia que vinhas.
– Só tive a certeza que devia vir, 5 segundos antes de entrar. - (sorrio).
Enquanto acabava de fumar, vieste para trás de mim, inclinaste-te puseste os teus braços á volta do meu pescoço e beijaste-o. Apaguei o cigarro. Deste-me a mão e com umas passadas suaves levaste-me até teu quarto. Beijámo-nos. Sentei-me na cama enquanto punhas música e descias a persiana até os poucos raios de luz criarem um ambiente mais… propicio.
– Espera um pouco. – Sais do quarto, quando voltas trazes um creme.
– Não me esqueci que prometeste uma massagem!
De tronco nu, deitaste-te. Tiro as sandálias e sento-me por cima de ti. Derramo algum creme por cima das tuas costas e começo a massajar.
– Tens umas mãos fantásticas!
Viraste para mim e massajo teu peito. Acho que nunca massajei ninguém com tanta vontade!!! Já fervo! Beijas-me, começamos a enrolar os nossos corpos. Desaperto-te as calças e tiro-as. Dás meia volta e ficas por cima de mim. Quando tentas tirar a blusa e reparas nos colchetes dizes:
– És tramada!
– Fiz de propósito. - Solto uma gargalhada malandra, sabia que não tinhas muito jeito para desapertar essas coisas. Mas consegues mais rápido do que imaginava.
– Afinal não é assim tão difícil, é só uma questão de apanhar o jeito. – Riste.
Os teus lábios quentes no meu corpo estão a pôr-me doida. Tiras-me as calças e o soutien. Tens umas mãos fantásticas e um toque que me arrepia. Os beijos são cada vez mais intensos e sôfregos. Dois corpos nus, escaldam de desejo. Toco-te, sinto teu tesão! O desejo é tão forte que quase esquecemos os preliminares. Penetras-me. É incrível como encaixas em mim como se tudo fosse feito á medida. Fazemos amor por mais de meia hora...

6 comentários:

Anónimo disse...

E não contas mais nada???? Não acredito que em mais de meia-hora não haja nada para contar!!!!

Achei piada á porta do prédio "ZZZZZzzzzzzzzzzzzzzzzz" eheheeheheheh é igual á minha!


Beijoca e um bom fim de semana

Anónimo disse...

Nada como um regresso em estilo...boa!!!!
Um beijo,

Bárbara disse...

Ai amiga q saudades disto....

Adorei ler, esta mt fiel.......lololol!!!

bjs

Anónimo disse...

UI....escusado seria dizer q saudades q tenho de sentir essas emoções!!!

BJINHOS

Anónimo disse...

Ui...

Helena disse...

Anonimo, esse "ui..." soa-me familiar...lol

Volta sempre!

bjs